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Diário do Meu Urso de Peluche

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O post preferido após 1 ano de Blog, Parabéns e obrigada por fazerem do meu cantinho, vosso tb! Por vezes nao sei onde estou, longe dos meus castelos e princesas, longe do meu cavalinho de baloico, longe do meu cantinho de brincadeiras, onde eu podia ser tudo, afinal bastava eu e quem quisesse entrar nas minhas brincadeiras. O tempo corre e em cada tic tac do relogio de pendulo de casa da minha Avó, chegam memórias do que ali passou, sonhos que a infância deixou para tràs, com sorrisos de rebuçado e gargalhadas de luz. Por vezes sinto-me descalça, com uma imensa vontade de voltar a ser a menina que fui, enrolar as minhas madeixas loiras com os dedos, agarrada ao meu fiel ursinho de peluche. Sei que sou a mesma, sei que esta parte ainda vive em mim, mas as marcas do tempo, da vivência, das perdas e vitórias, vão gastando o brilho imenso de outros dias. Nunca me contentei com o que não me faz feliz. Sempre fui uma menina crescida que sabia estar, falar e encantar. Aprendi piano e fra...

Dias...

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Há dias e dias, Há dias em cada segundo se torna imenso, Há dias que o tempo não passa, Há dias em que te invento para o tempo se mover... Há dias que pergunto onde estás? Há dias que sinto que estás comigo... Há dias em que me perco, porque não te encontro, Há dias que à noite não durmo, por te sentir perto, Há dias que te perco, Há dias que me apetece gritar por ti, Há dias que o silêncio me cala... Há dias e dias, Seja como for, sejam dias longos ou distantes, sejam dias quentes ou frios... Todos dias me trazem de volta uma imagem de ti, Todos os dias me trazem a ausencia do teu sabor... Dias...há dias e dias, Mas todos os dias serão os nossos dias... Porque todos os meus dias, serão partilhados contigo.

Caminhos...

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Não sei bem que caminho sigo, não sei bem que direcção escolher? Sei que em cada passo, em cada gesto, novos caminhos se abrem, as possibilidades multiplicam-se... Hoje apetecia-me percorrer o Mundo inteiro assim, descalça, vestida de mim e coroada de sonhos! Repleta de alegria, com um sorriso de criança agarrando estes desejos de mulher, desejos que vou descobrindo: em cada pedra que piso, em cada pegada que deixo, em cada expressão do meu rosto, em cada olhar... Em busca de tudo, à procura de nada, vou descobrindo novos sabores. Um doce outro amargo, um s abor a tudo ou sabor a nada... sabores sem sabor algum, sabores com sabor a pouco, sabores. Enquanto caminho, quero saborear cada pedaço vida! Este é o meu momento, é nele que corre o meu tempo, é nele que nascem e crescem os meus sonhos... E nele que cresço, é nele que me anulo. O unico que vou ter e que não vai voltar, o momento na história em que passei a chamá-la de Minha História... O meu momento de glória, muitas vezes vestido...

uma papoila no teu caminho..

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Talvez encontres uma papoila no teu caminho, se encontrares sorri... É por certo um pedaço de pensamento meu, que deu asas à vontade de te encontrar... E num sonho de tanto te sonhar, ao embalo do vento, com o calor do sol, transpira sem hora, nem destino, plantada no teu caminho, só para te ver passar. Talvez as ervas se riam, ou mesmo o vento sussurre, talvez a noite tente escurecer o sonho de te ter perto. Mas é neste sonho que te pinto, é neste sonho que respiro um doce imenso, que não trocaria pelo amargo de tentar esquecer. Se vires uma papoila no teu caminho, sorri! Pois quero que me recordes assim, com o teu melhor sorriso, por todos os sorrisos que sempre me ofereceste...

Peregrina do amor

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Não me procures mais, pois sempre estive aqui. Não te escondas mais, porque posso não encontrar-te. Aqui cheguei, aqui estou à porta deste teu castelo de príncipes e princesas, pintado e esculpido de mil e uma noites e cores quentes, de sonhos e sorrisos, brincadeiras e gargalhadas nossas. Quando percebi onde estavas, deparei com esta muralha em teu redor. O portão está fechado a mil correntes e cadeados, e aqui, sentada à porta de ti, a única coisa que vejo são as purpurinas que imanas em noites de sonhos acordado. Onde sonhos de menino se fundem com desejos do homem que és, e não consegues ver... Sentei-me aqui junto ao teu portão, depois de percorrer montanhas de sonhos sem retorno, depois de navegar por mares perdidos ...

Sem mim

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Esperar... Por vezes nao sei bem o que espero. A saudade sufoca, o vazio entontece e as lágrimas insistem em invadir o meu rosto, como uma mare cheia, ao luar... Esta praia esta repleta de imagens tuas... Nem as ondas, nem a espuma as conseguiram levar. Talvez por isso ainda espere, sem saber se voltas, se deverei esperar? Talvez sejas a razão para a minha espera, porque preciso duma... Não interessa porquê ou para quê, continuo a esperar... Percorrendo sonhos nossos, repintando memorias em quadros de conchas e castelos de areia... Reinventando banhos de espuma, enrolando no meu cabelo ondas de mar... Ondas que atravessavas e que eu assistia daqui, com um olhar encantado em ti, com a luz de um imenso sorriso, na espera, de mais um beijo salgado, no teu regresso a terra... Era tão bom ouvir-te falar, tinhas sempre tantas coisas para me contar quando vinhas! Quem sabe se um dia te encontro por aqui? Quem sabe um dia... Quem sabe senão es tu que, um dia, aqui esperas por mim, na mesma pr...

Diário do meu urso de peluche

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Por vezes nao sei onde estou, longe dos meus castelos e princesas, longe do meu cavalinho de baloico, longe do meu cantinho de brincadeiras, onde eu podia ser tudo, afinal bastava eu e quem quisesse entrar nas minhas brincadeiras. O tempo corre e em cada tic tac do relogio de pendulo de casa da minha Avó, chegam memórias do que ali passou, sonhos que a infância deixou para tràs, com sorrisos de rebuçado e gargalhadas de luz. Por vezes sinto-me descalça, com uma imensa vontade de voltar a ser a menina que fui, enrolar as minhas madeixas loiras com os dedos, agarrada ao meu fiel ursinho de peluche. Sei que sou a mesma, sei que esta parte ainda vive em mim, mas as marcas do tempo, da vivência, das perdas e vitórias, vão gastando o brilho imenso de outros dias. Nunca me contentei com o que não me faz feliz. Sempre fui uma menina crescida que sabia estar, falar e encantar. Aprendi piano e francês e muito mais. Até ao tal dia em que cresci, não me lembro bem quando. Sei que um dia acordei ne...